O chefe da Polícia Antiterrorista, Laurence Taylor, afirmou que os “veículos foram submetidos a uma inspeção exaustiva, com o apoio de meios militares e peritos forenses”, e não foram encontrados quaisquer engenhos explosivos improvisados.
O responsável também confirmou que foram concluídas as buscas a uma série de casas em Londres e que a polícia deverá levantar as restrições aos locais ainda fechados ao público perto da base aérea para investigação.
Este desenvolvimento segue-se à libertação na véspera, sob caução, dos cinco homens com idades entre os 23 e 25 anos, cerca de 24 horas após serem detidos por suspeita preparação de um ato terrorista com explosivos.
“Compreendo que este desfecho terá sido uma surpresa para muitos, mas gostaria de reiterar que se tratou de uma decisão de investigação, fundamentada na experiência e numa ponderação cuidadosa dos poderes policiais”, reiterou hoje.
Taylor rejeitou ainda que o alerta tenha sido dado apenas por uma mulher local, alegando que “foi acionada uma intervenção policial nas primeiras horas da manhã de domingo, na sequência de várias informações recebidas”.
Os homens foram detidos após três carrinhas suspeitas terem sido avistadas perto da RAF Fairford, uma base britânica usada pelos Estados Unidos há várias décadas, incluindo para bombardeamentos recentes no Irão.
Na segunda-feira, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, alegou que um “ator estrangeiro” esteve envolvido na suposta conspiração terrorista, em entrevista à Fox News.
Rubio evitou identificar o alegado agente estrangeiro e afirmou não poder revelar mais pormenores sobre o suposto envolvimento, embora tenha assegurado que os Estados Unidos colaboraram estreitamente com as autoridades britânicas para deter os suspeitos.
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