Em comunicado, a companhia aérea portuguesa informou que a operação será realizada ao abrigo de uma isenção dos requisitos de registo previstos no Securities Act norte-americano de 1933.
Segundo a TAP, as receitas ilíquidas da emissão deverão ser utilizadas para “finalidades societárias gerais”, bem como para suportar as comissões e despesas associadas à operação.
A transportadora sublinhou que não existe garantia de que a oferta venha a ser concluída nem, caso avance, sobre os termos finais da mesma.
A operação destina-se exclusivamente a investidores profissionais e contrapartes elegíveis, estando vedada a investidores de retalho.
No comunicado, a TAP recorda ainda que as obrigações não foram registadas junto da Securities and Exchange Commission (SEC), o regulador dos mercados financeiros dos Estados Unidos, pelo que não poderão ser vendidas naquele país sem autorização ou sem o recurso a uma das exceções previstas na lei.
A companhia acrescenta que o anúncio não constitui uma oferta de venda nem uma solicitação de compra de valores mobiliários, salientando que qualquer oferta estará sujeita às restrições legais aplicáveis em cada jurisdição.
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