Ao todo, o valor mínimo de licitação dos nove espaços ascende os 13.400 euros, entre os arrendamentos das lojas e as licenças das bancas, num processo de leilão promovido por envelope fechado, subindo de 100 em 100 euros por proposta, no caso das lojas exteriores, e 10 em 10 nas bancas.
A hasta pública está marcada para as 15:30 de dia 14 de julho, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, e entregará licenças para seis anos, no caso das lojas, e 20 anos, no caso das bancas.
Em causa estão cinco bancas para fruta, peixe fresco, plantas, vegetais, raízes e plantas comestíveis, cereais e leguminosas, no interior do terrado do Bolhão, e quatro lojas no exterior, na Rua Sá da Bandeira, para “atividades do ramo alimentar sem confeção de alimentos”.
De entre as lojas, há dois espaços com 56,7 metros quadrados de piso comercial e outros dois com 28,7 metros quadrados, excetuando as divisões de sobreloja, enquanto as bancas variam entre 21,4 metros quadrados, no caso da maior, e os 11,6 metros quadrados, nas duas mais pequenas.
A loja exterior que tem mais área, incluindo a sobreloja, tem também o valor de licitação mais alto, de 4.155,24 euros, existindo duas bancas em hasta pública por 208,80 euros, o preço mais baixo a concurso.
O Mercado do Bolhão, monumento de interesse público desde 2013, reabriu em 2022 após obras de reabilitação pela Câmara do Porto.
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