“No total, foram recebidas 151 reclamações no 1.º semestre de 2026 (uma média mensal de aproximadamente 25), o que compara com as 138 recebidas no período homólogo de 2025″, de acordo com a CMVM, sendo que a maioria foi dirigida a instituições de crédito (73% do total).
Já face ao semestre anterior, o número de reclamações aumentou 14%.
Segundo o regulador, a execução de ordens manteve-se como o principal motivo de reclamação, representando 32% do total, apesar de uma redução de cerca de oito pontos percentuais face ao 1.º semestre de 2025.
“Seguiram-se as reclamações relacionadas com a custódia de instrumentos financeiros (19%) e com comissões e encargos, que registaram um aumento para 17% (mais seis pontos percentuais do que no período homólogo)”, lê-se na nota, enquanto a qualidade da informação prestada motivou 10% das queixas.
No que diz respeito aos instrumentos financeiros, as ações foram novamente o ativo mais visado, representando 42% do total de reclamações.
Nos processos analisados, a CMVM concluiu que o reclamante não tinha razão em 58% dos casos, em 2% a reclamação não foi admitida e em 3% o reclamante desistiu do processo, enquanto nos restantes, a entidade reclamada satisfez a pretensão do investidor.
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