As eleições parlamentares foram ganhas pelo partido Rússia Unida, que apoia o presidente russo Vladimir Putin.
“Acredito que, sem dúvida, houve uma certa contribuição (…) Visto que o Yábloko não participou na fase final da campanha, suponho que deveríamos falar bem deles ou não dizer nada”, afirmou Alexéi Necháev numa conferência de imprensa em que comentou os resultados eleitorais.
Necháev, citado pelas agências russas, também agradeceu o apoio que teve dos emigrantes russos.
As sondagens independentes à boca das urnas no estrangeiro mostram que o Nova Gente é a força mais votada pelos russos no exílio na maioria dos países onde foram realizadas esses inquéritos.
“Estamos gratos a todos que votaram em nós”, sublinhou.
Segundo dados divulgados hoje pelas autoridades eleitorais russas, o partido que apoia o regime do Presidente Vladimir Putin, Rússia Unida (RU), revalidou a maioria parlamentar com um número recorde de pelo menos 355 dos 450 deputados.
O anterior recorde era de 343 deputados e tinha sido alcançado pelo RU em 2016, de acordo com a agência francesa AFP.
Numa primeira reação, o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, considerou que os resultados “demonstram um nível excecional de coesão da sociedade russa em torno” de Putin.
Os resultados de mais de 95% das assembleias de voto atribuíram ao RU cerca de 58% dos votos para os 225 lugares distribuídos por listas partidárias, de acordo com a Comissão Eleitoral Central.
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