Em termos reais, o índice deflacionado apresentou um crescimento de 0,7%, ligeiramente inferior ao observado em março (0,9%).
O setor dos transportes e armazenagem destacou-se, em abril, com o contributo mais significativo (2,1 p.p.) para o resultado agregado, refletindo um crescimento homólogo de 8,0%, 1,3 p.p. superior ao observado em março.
As atividades de informação e comunicação aceleraram 7,5 p. p. face à taxa de variação de 1,2% registada em março, sendo a segunda secção com maior influência no total (contributo de 1,4 p. p.).
Na comparação mensal, o índice nominal aumentou 1,2% (3,3% em março).
Os índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas registaram, em abril, variações homólogas de 0,9%, 7,0% e 1,3%, respetivamente, inferiores aos resultados do mês precedente (2,4%, 7,7% e 2,1%).
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