Segundo a fonte, que falava à agência noticiosa espanhola EFE, além da presença de Pezeshkian, espera-se a participação dos presidentes russo, Vladimir Putin, e chinês, Xi Jinping. Em contrapartida, prevê-se a ausência do presidente do Brasil, Lula da Silva.
O bloco, originalmente integrado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, incorporou nos últimos dois anos o Egito, Etiópia, Irão, Emirados Árabes Unidos e Indonésia.
A reunião ocorre num momento em que os BRICS não conseguiram alcançar uma posição comum sobre a guerra no Médio Oriente, com o bloco a reconhecer a existência de “diferentes pontos de vista” sobre o conflito entre os seus membros.
Durante a cimeira de ministros dos Negócios Estrangeiros dos BRICS realizada em maio, em Nova Deli, o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi, pediu aos países do bloco que condenassem explicitamente as ações militares dos Estados Unidos e de Israel.
No entanto, as discussões ficaram marcadas pela fratura entre o Irão e os Emirados Árabes Unidos (EAU), que aderiram aos BRICS em 2024. Araqchi acusou os EAU de serem um parceiro ativo na agressão norte-americana contra o seu país.
A 18.ª Cimeira dos BRICS realiza-se na capital indiana a 12 e 13 de setembro, sob o tema “Construindo para a Resiliência, a Inovação, a Cooperação e a Sustentabilidade”.
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