O resultado da sessão indica que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average recuou 0,36% e o alargado S&P500 fechou sem variação (0,00%, ao passo que o tecnológico Nasdaq registou um novo recorde no fecho, depois de ganhar 0,45%, para os 27.244,28 pontos.
“Os investidores seguem de muito perto a atualidade diplomática”, em particular a relativa ao Médio Oriente, comentou Patrick O’Hare, da Briefing.com, em declarações à AFP.
Na reunião da ONU, Donald Trump começou por ameaçar esmagar o Irão, para depois anunciar a retomada do diálogo com os dirigentes de Teerão.
“Foi uma reunião que durou três horas”, avançou, falando de uma “muto boa” reunião e garantindo que iria haver mais discussão “num futuro muito próximo”.
A informação fez cair as cotações do petróleo, arrastando os rendimentos obrigacionistas.
Por exemplo, o dos títulos a dívida pública federal a 10 anos baixou de 4,98% da v+espera para 4,95%.
“Os investidores esperam que se chegue a um acordo mínimo, que congele a situação por enquanto e evite uma ação militar”, observou O’Hare.
Mas a praça bolsista continua prudente, relativizou, uma vez que Trump é conhecido por “agitar regularmente nos mercados a perspetiva de uma trégua”.
Os investidores aguardam também, com impaciência, a cimeira que vai reunir na quinta-feira, em Washington, Trump com o presidente chinês, Xi Jinping.
“A perspetiva de um avanço nas relações diplomáticas ou de um gesto positivo na frente comercial” suscitaria o entusiasmo em Wall Street, estimou Patrick O’Hare.
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