Pelo menos 67 pessoas, entre as quais 15 crianças, foram resgatadas com vida hoje, após o naufrágio, na noite de sábado, de um ferry com 133 pessoas a bordo, que partiu de Georgetown com destino a Port Kaituma.
© Guyana Prime Minister’s Office / Handout /Anadolu via Getty Images
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A embarcação transportava 116 passageiros e 17 tripulantes, conforme confirmado à EFE pelo chefe do Estado-Maior da Força de Defesa da Guiana (GDF, na sigla em inglês), Omar Khan.
“Até ao momento, foram resgatadas sessenta e sete pessoas, entre as quais quinze crianças”, referiu na sua página do Facebook o primeiro-ministro da Guiana, Mark Phillips.
O governante salientou que o objetivo principal “é resgatar toda a gente” e, enquanto prosseguem as operações de busca e salvamento após o naufrágio do navio MV Barima, o Governo da Guiana criou centros de assistência familiar de emergência no centro comunitário de Port Kaituma.
Este anúncio ocorre após esta manhã ter sido anunciado o resgate de 53 pessoas, de acordo com o Governo.
A embarcação MV Barima (um ‘ferry’ de passageiros e carga) partiu de Georgetown, capital da Guiana, com destino a Port Kaituma, no oeste deste país da América do Sul, na tarde de sábado e o pedido de socorro foi recebido pelas 23:00 (hora local).
Porto Kaituma é uma vila localizada no interior da região de Essequibo e o barco viajava pelo mar antes de subir um rio para chegar a Porto Kaituma.
Essequibo, um território rico em petróleo, está no centro de uma disputa com a Venezuela, uma vez que os dois países discordam sobre a demarcação da sua fronteira comum.
A Guiana conquistou a independência do Reino Unido em 1966.
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