Nos primeiros seis meses do seu ano fiscal, a H&M registou uma margem bruta de 53,8%, contra 52,3% do mesmo período do exercício anterior, enquanto o resultado operacional atingiu 7.425 milhões de coroas (670 milhões de euros), um aumento de 4,3%, com uma margem operacional de 7,1%, contra 6,4% no semestre homólogo.
As vendas líquidas da empresa escandinava ascenderam a 104.435 milhões de coroas (9.420 milhões de euros), 6,8% abaixo das receitas registadas no mesmo período do ano anterior, embora a queda em moedas locais se tenha limitado a um ponto percentual, incluindo um recuo de 1% nos países nórdicos, para 9.649 milhões de coroas (870 milhões de euros), e de 6% na Europa Ocidental, com 35.532 milhões de coroas (3.205 milhões de euros).
Na Europa de Leste, as vendas da cadeia sueca de moda totalizaram 9.408 milhões de coroas (849 milhões de euros), uma redução de 4%, enquanto na Europa do Sul diminuíram 3%, para 14.321 milhões de coroas (1.292 milhões de euros).
Já no mercado americano as receitas da H&M caíram 10% no semestre, para 22.702 milhões de coroas (2.048 milhões de euros), tendo diminuído 12% na Ásia, Oceânia e África, para 12.823 milhões de coroas (1.157 milhões de euros).
Considerando apenas o segundo trimestre do seu ano fiscal, a cadeia têxtil registou um lucro líquido atribuível de 3.986 milhões de coroas suecas (360 milhões de euros), um aumento de 0,2% em relação ao ano anterior, enquanto as vendas líquidas totalizaram 54 828 milhões de coroas (4 946 milhões de euros), uma descida de 3,3%.
O resultado do segundo trimestre fiscal incluiu um impacto adverso extraordinário de 679 milhões de coroas (61 milhões de euros) devido a custos de reestruturação, o que resultou num lucro operacional de 5.913 milhões de coroas (533 milhões de euros), em linha com o ano anterior, a que corresponde a uma margem operacional de 10,8%, mais quatro décimas.
A empresa prevê que as vendas do grupo H&M em moeda local durante o mês de junho “sejam semelhantes” às do mesmo mês do ano anterior, enquanto espera continuar a sua expansão na América Latina através da abertura da primeira loja no Paraguai durante o segundo semestre de 2026 e na Argentina em 2027.
“As vendas do trimestre ficaram ligeiramente abaixo do previsto, enquanto a rentabilidade e os ‘stocks’ evoluíram favoravelmente”, comentou o presidente executivo da H&M, Daniel Ervér, sublinhando que o contexto internacional continua a caracterizar-se pela incerteza e pela mudança acelerada.
Segundo Daniel Ervér, na segunda metade do ano a empresa começará a atualizar a infraestrutura digital que irá “apoiar o seu desenvolvimento”, proporcionando um melhor apoio à tomada de decisões, processos mais rápidos e maior precisão no planeamento do nosso sortido e dos ‘stocks’.
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