“Não vamos fazer aquilo que seria muito fácil, que era integrar automaticamente estas pessoas nos quadros da função pública. Não há nenhuma razão para isso”, afirmou hoje o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, no ‘briefing’ após a reunião do Conselho de Ministros, na Guarda.
O governante ressalvou, porém, que o executivo também não pretende perder trabalhadores “competentes, com provas dadas” e que adquiriram experiência na gestão de fundos públicos.
Segundo Castro Almeida, estes trabalhadores ainda têm funções a desempenhar no âmbito do PRR, mas o Governo pretende, numa fase posterior, encontrar uma solução que permita acolher na Administração Pública, “se não a todos, a uma parte importante deles”, sempre que existam necessidades e estejam habilitados para as funções.
“Vamos ainda detalhar em que condições isso será feito, mas é esse o objetivo que temos em mente”, acrescentou.
Na mesma reunião, o Governo aprovou uma linha de financiamento de até 200 milhões de euros para garantir a conclusão dos projetos associados ao PRR que ainda estão em curso, fixando como prazo 31 de dezembro de 2027.
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