O Presidente da República, Carlos Vila Nova, apelou ao voto e aos partidos para que respeitem a vontade do povo, afirmando que “a abstenção banaliza”, exortando a população “a acorrer massivamente às urnas”.
O mesmo fez o presidente da Comissão Eleitoral Nacional (CEN) são-tomense, Jeudiger do Nascimento, também no último dia da campanha eleitoral, lembrando que “o voto de cada são-tomense conta para definir o futuro do país”.
Às eleições legislativas, autárquicas e regionais de hoje em São Tomé e Príncipe concorrem quatro partidos com assento parlamentar: Ação Democrática Independente (ADI); Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP); a coligação Movimento Cidadão Independente/Partido de Unidade Nacional (MCI-PUN); e o Movimento Basta.
Outros três partidos sem assento parlamentar vão a votos: o Partido de Convergência Democrática (PCD), o Movimento Democrático Força da Mudança (MDFM) e o recém-criado Movimento Político Nossa Terra.
Para as legislativas estão em disputa 55 assentos da Assembleia Nacional e estão inscritos mais quase quatro mil eleitores em relação às eleições presidenciais de 19 de julho, quando foi reeleito Carlos Vila Nova, à primeira volta, registando-se então uma abstenção de 58,81%.
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