As duas principais componentes dos custos da mão-de-obra são os salários e ordenados e os custos não salariais e que, entre abril e junho, aumentaram, respetivamente, 3,0% e 3,25% na área do euro.
Na UE, no segundo trimestre, os custos horários de ambas as componentes — salários e ordenados e custos não salariais — aumentaram 3,2%.
Entre os Estados-membros, as menores subidas nos custos horários da mão-de-obra foram observados no Luxemburgo e Roménia (1,8% cada), França e Itália (2,1% cada) e Malta (2,6%), enquanto os maiores aumentos se registaram na Bulgária (9,9%), Lituânia (9,6%) e Croácia (8,9%).
Em Portugal, o indicador avançou 5,4%.
O Eurostat não publica dados da comparação em cadeia neste indicador.
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