Com esta autorização, a empresa adiantou que cancelará voluntariamente a atual cotação na NYSE American, uma bolsa de valores norte-americana também sediada em Nova Iorque mas destinada a empresas de pequena e média capitalização.
Segundo o comunicado, a Azul prevê que as suas ações comecem a ser negociados na principal bolsa de Nova Iorque a partir da sessão da próxima quinta-feira.
O presidente executivo da Azul, John Rodgerson, classificou o acontecimento como “um novo capítulo” para a companhia, que “aumentará a sua visibilidade na comunidade global de investimentos”.
O gestor sublinhou que, após concluir o processo de reestruturação, a transportadora aérea surgiu com “uma governação melhorada, uma estrutura de capital simplificada e uma base sólida para gerar valor a longo prazo”.
A Azul tinha solicitado proteção judicial ao abrigo da lei de falências dos Estados Unidos em maio de 2025, processo concluído oficialmente em fevereiro passado.
Na altura a companhia aérea afirmou ter realizado uma “transformação abrangente de seu balanço” e que alcançou os seus principais objetivos, incluindo o “fortalecimento de sua estrutura de capital, o aumento da liquidez e a redução substancial do endividamento”, permitindo uma maior sustentabilidade e crescimento a longo prazo das operações.
Na nota divulgada esta segunda-feira, a empresa esclareceu que as negociações e operações das ações ordinárias na Bolsa de São Paulo continuarão a decorrer normalmente e sem alterações.
A companhia opera em mais de 150 cidades brasileiras, com cerca de 250 rotas diretas no país e voos internacionais para Lisboa, Paris e Orlando nos Estados Unidos
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