O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou esta quarta-feira que a taxa de desemprego situou-se em 5,6%, igual ao valor de maio, mas inferior ao de março de 2026 (0,3 p.p.) e ao de junho de 2025 (0,4 p.p.). Estas estimativas ainda são provisórias.
Já a taxa de subutilização do trabalho foi estimada em 9,3%, valor inferior ao do mês anterior (0,1 p.p.), ao de três meses antes (0,5 p.p.) e ao do mesmo mês do ano anterior (0,9 p.p.). Esta taxa foi a mais baixa desde 2011, quando se iniciou a série de dados deste indicador.
Além disso, a taxa de desemprego de homens situou-se em 4,9%, alcançando o valor mais baixo desde fevereiro de 1998.
Dados finais de maio
O INE revela que a taxa de desemprego situou-se em 5,6%, valor inferior ao de abril de 2026 em 0,1 pontos percentuais (p.p.), ao de fevereiro do mesmo ano em 0,4 p.p. e ao de maio do ano anterior em 0,6 p.p.
Já a taxa de subutilização do trabalho situou-se em 9,4%, valor inferior ao do mês anterior (0,3 p.p.), ao de três meses antes (0,5 p.p.) e ao do mesmo mês de um ano antes (1,0 p.p.).
Taxa de desemprego recua em maio na zona euro e na UE
A taxa de desemprego recuou, em maio, para 6,2% na zona euro e 5,9% na União Europeia (UE), face ao mês homólogo, segundo dados divulgados pelo Eurostat.
De acordo com os dados do serviço de estatística europeu, na comparação em cadeia, o indicador manteve-se estável em ambas as áreas, estimando que, em maio, 13,163 milhões de pessoas na UE, das quais 10,986 milhões na zona euro, se encontravam desempregadas.
Entre os Estados-membros, a Finlândia (10,6%), Espanha (10,3%) e Suécia (8,7%) apresentaram as maiores taxas de desemprego, enquanto as menores se registaram na Bulgária, República Checa (ambas com 2,9%), Chipre, Polónia (3,1% em cada) e Malta (3,5%).
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