Na sequência do deslizamento de terras, que ocorreu cerca das 09h08 locais (02:08 em Lisboa), no condado de Pengshui, sob administração de Chongqing, e que soterrou vários edifícios residenciais, mais de 800 socorristas foram mobilizados para o local, tendo sido encontradas 18 pessoas presas sob os escombros, oito das quais declaradas mortas, anunciou o chefe do condado, Ren Xujiang.
O Governo anunciou que disponibilizou 50 milhões de yuans (cerca de 6,5 milhões de euros) de fundos de emergência para catástrofes naturais, a fim de apoiar as operações de salvamento e socorro e ajudar os habitantes afetados.
Por seu lado, o Presidente chinês, Xi Jinping, apelou à realização de buscas exaustivas enquanto as operações de resgate continuam e exortou as autoridades a determinarem a causa da catástrofe e a “identificarem e eliminarem os riscos de catástrofes geológicas e outros perigos potenciais”.
Um responsável local indicou, numa conferência de imprensa, que a área onde ocorreu o deslizamento de terras é caracterizada por um terreno acidentado e “imprevisível”.
Imagens divulgadas pela estação pública CCTV mostraram um enorme amontoado de rochas e terra a cobrir parte de uma rua residencial e comercial no sopé de uma montanha, enquanto noutras imagens era possível ver pessoas a gritar e a fugir de uma nuvem de poeira.
O deslizamento de terra em Chongqing ocorre menos de duas semanas após outro deslizamento na província de Gansu, no noroeste do país, que soterrou 33 pessoas, das quais 21 morreram.
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