“O evento gerou um impacto económico direto estimado em 6,8 milhões de euros, resultante da despesa realizada no concelho pelos participantes”, refere a Câmara de Gondomar com base no Estudo de Públicos e de Impacto Económico da Noite Branca de Gondomar 2026, desenvolvido pelo Centro de Investigação em Ciências Empresariais e Turismo da Fundação Consuelo Vieira da Costa (CICET-FCVC), em parceria com o ISAG – European Business School (ISAG-EBS).
De acordo com a autarquia deste concelho do distrito do Porto, “cerca de 200 mil pessoas participaram na 11.ª edição da Noite Branca de Gondomar”, realizada entre as 19:00 de sábado e as 03:00 de hoje, envolvendo “mais de uma centena de associações e mais de duas centenas de estabelecimentos do comércio local”.
“Ao longo de oito horas de programação, 10 palcos distribuídos por diferentes zonas do centro de Gondomar receberam 65 artistas e cerca de 90 atuações e momentos performativos”, incluindo nomes como Wet Bed Gang, D.A.M.A, Dealema com Bezegol e Manel Cruz e Buba Espinho.
Segundo o inquérito realizado durante o evento, “58,5% dos participantes já tinham estado em edições anteriores, enquanto 41,5% participaram pela primeira vez”, considerando 88,8% que o evento “contribui para valorizar a imagem de Gondomar”.
Para o estudo, a análise baseou-se em 509 respostas completas, considerando um nível de confiança de 95% e uma margem de erro de 5%.
“A Noite Branca voltou a mostrar a capacidade de Gondomar para receber um evento desta dimensão e mobilizar milhares de pessoas. Mais do que os números, importa-nos ver uma cidade cheia de diferentes gerações a partilharem o mesmo espaço e um evento que envolve as associações, o comércio local e toda a comunidade”, disse Luís Filipe Araújo (PS), presidente da Câmara de Gondomar, citado no comunicado.
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