Num comunicado hoje divulgado, a FRN detalhou que 1.500 dos seus combatentes ficaram feridos e 1.000 huthis foram mortos entre 09 de agosto e 10 de setembro.
A Organização Internacional para as Migrações (OIM) indicou, no sábado, que, pelo menos, 76.000 pessoas fugiram das suas casas desde julho.
Entre agosto e setembro, os combates começaram com ataques de mísseis, drones e barcos com explosivos.
A FRN contou com o apoio de forças suportadas pela Arábia Saudita, como a Guarda Revolucionária Islâmica.
Este grupo já garantiu que vai continuar a lutar para restaurar a unidade do Iémen e retomar o controlo da capital, Saná, que está controlada pelos huthis desde 2014.
Nos últimos dias, os huthis avançaram ao longo da costa ocidental do Iémen, controlando Mocha e estendendo a ofensiva em direção a Dhubab.
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