Num comunicado recolhido pela televisão estatal iraniana Irib, o porta-voz da Guarda Revolucionária, Sardar Mohebi, celebrou a contagem como o resultado “dos decisivos e contundentes ataques” que começaram 07 de julho.
Nessa data, os Estados Unidos decidiram responder com bombardeamentos às novas intimidações iranianas a cargueiros no estreito de Ormuz.
Entre os alvos que afirmam ter destruído estão centros de comando, aviões e helicópteros de combate, sistemas de defesa antiaérea Patriot, radares, hangares e até mesmo um centro de dados da Amazon.
A Guarda Revolucionária iraniana precisou que destruiu sete centros de comando e controle, seis radares de defesa Patriot, e cinco radares de defesa de longo alcance, seis centros de reparação de aviões de combate e seis bases de mísseis.
Também contou a aniquilação de quatro plataformas de mísseis Himars, onze aviões de combate e helicópteros em terra, 17 drones de reconhecimento e oito aviões de reabastecimento de combustível.
Do seu lado, os Estados Unidos têm guardado silêncio sobre os danos no material militar, revelando apenas as baixas humanas.
Desde 28 de fevereiro, quando começou o conflito, foram contabilizados 14 mortos e 420 feridos do lado norte-americano.
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