Às 09h00 em Lisboa, o EuroStoxx 600 recuava 0,18% para 641,34 pontos.
As bolsas de Londres, Paris e Frankfurt baixavam 0,28%, 0,58% e 0,45%, enquanto as de Madrid e Milão cediam 0,35% e 0,21%.
A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de baixa da abertura, com o principal índice, o PSI, a descer 0,44% para 9.628,65 pontos.
O euro estava em alta face ao dólar, a valorizar-se 0,76%, mas mantinha-se abaixo de 1,15 dólares, e a ser trocado a 1,1485 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.
Os mercados responderam na quinta-feira positivamente à subida das taxas da Reserva Federal dos EUA (Fed) em um quarto de ponto, em linha com o Banco Central Europeu (BCE).
Hoje, o Banco do Japão aumentou a principal taxa de referência para 1,25%, enquanto na quinta-feira o Banco da Inglaterra manteve a principal taxa de referência em 3,75%.
Hoje é o terceiro dia consecutivo que o preço do petróleo cai, apesar das últimas declarações do Presidente dos EUA, Donald Trump, nas quais assegurou ao meio Axios que não sabe se “aniquilar ou não” os iranianos.
O petróleo baixa, com o preço do contrato genérico de barril de petróleo Brent, de referência na Europa, a recuar 2,72% para 102,09 dólares, tendo terminado as últimas sete sessões acima de 100 dólares. O barril de West Texas Intermediate (WTI), de referência nos Estados Unidos da América (EUA), também cede, 2,72% para 102,09 dólares.
Em sentido contrário, o preço do contrato ativo de gás natural no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, sobe 1,25% para 77,305 euros por megawatt-hora (MWh).
Neste contexto, os metais preciosos sobem, no caso do ouro 1,26%, com a onça a 4.396,33 dólares, e no da prata 2,80% para 67,0528 dólares.
Os futuros dos índices norte-americanos registam avanços que são de 0,26% para o Dow Jones e de 0,71% para o tecnológico Nasdaq de 0,71%, depois de ambos terem terminado na quinta-feira com avanços de 0,61% e de 1,69%, respetivamente.
Na agenda económica do dia destaca-se hoje que os ministros das Finanças da zona euro analisarão as perspectivas para a economia europeia num momento marcado pela volatilidade nos mercados de dívida soberana e pela alta dos preços do petróleo devido à escalada das tensões no Médio Oriente.
Nos EUA, será conhecido esta tarde o dado de produção industrial de agosto.
Na Ásia, o índice Nikkei da bolsa de Tóquio fechou hoje com um ganho de 1,38% devido a uma repentina desvalorização do iene após o aumento das taxas do Banco do Japão (BoJ) e pelos avanços das empresas de semicondutores no mercado norte-americano.
O índice de referência da bolsa de Xangai avançou 0,94%, o da de Shenzhen 1,72% e o Hang Seng de Hong subia 0,73% quando faltava pouco para o final da sessão.
Com o aumento constante do preço do petróleo e a subida das taxas diretoras do BCE, os juros da dívida da Alemanha a 10 anos sobem para 3,486%.
Em sentido contrário, os juros da dívida dos EUA a 10 anos desciam para 4,929%, contra 4,932% na quinta-feira, mas depois de terem terminado na terça-feira em 5,003%, um máximo desde julho de 2007.
No mercado de criptomoedas, a bitcoin subia 0,77% para 77.453,9 dólares.
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