“Há vinte e cinco anos, os terríveis atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, um ataque contra a própria humanidade, ceifaram milhares de vidas e deixaram uma marca indelével no nosso mundo”, afirmou Farhan Haq, porta-voz adjunto do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres na sua conferência de imprensa diária, um dia antes do aniversário da tragédia.
O porta-voz lembrou as “quase 3.000 vítimas” dos Estados Unidos e de mais 90 países e expressou a solidariedade da organização com as suas famílias e entes queridos.
Mas, também à cidade de Nova Iorque, aos Estados Unidos e a todas as pessoas cujas vidas foram afetadas pelos atentados.
“Prestamos homenagem aos sobreviventes e honramos as equipas de intervenção imediata, que demonstraram uma coragem e humanidade extraordinárias diante da tragédia, e muitos dos quais fizeram o sacrifício supremo”, acrescentou.
Haq recordou que também se cumprem 20 anos desde que os membros da ONU adotaram a Estratégia Global das Nações Unidas contra o terrorismo.
“A luta contra o terrorismo é uma tarefa partilhada e ainda incompleta”, assegurou.
O porta-voz afirmou que ao prestar homenagem às vítimas, a ONU renova o seu compromisso comum de construir um futuro livre de terrorismo.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, não participará em nenhuma das cerimónias convocadas por ocasião do 25.º aniversário dos atentados.
Segundo explicou o seu porta-voz, Stéphane Dujarric, o diplomata português encontra-se a viajar para a 18.ª Cimeira dos BRICS em Nova Deli, na Índia.
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