Segundo o serviço estatístico europeu, as exportações de bens da zona euro para o resto do mundo totalizaram 272,5 mil milhões de euros, um aumento de 14,4% em comparação com junho de 2025 (238,2 mil milhões de euros).
Já as importações corresponderam a 264 mil milhões de euros, um aumento de 13,1% quando comparado com o mesmo mês no ano passado (233,4 mil milhões).
Apesar da melhoria registada em junho, o saldo comercial acumulado da zona euro no primeiro semestre de 2026 continua muito abaixo do registado no mesmo período do ano passado.
O Eurostat salienta que, entre janeiro e junho deste ano, o excedente foi de apenas 9,8 mil milhões, contra 82,2 mil milhões no mesmo período em 2025.
“As exportações de bens da zona euro para o resto do mundo diminuíram para 1.487,2 mil milhões de euros (uma redução de 0,2% em comparação com o período de janeiro a junho de 2025), enquanto as importações aumentaram para 1.477,4 mil milhões (um acréscimo de 4,9%)”, indica o Eurostat.
Na União Europeia (UE), registou-se um excedente comercial de 3,9 mil milhões de euros em junho, uma diminuição relativamente aos 5,2 mil milhões que se tinham verificado em junho de 2025.
A UE exportou o equivalente a 241,5 mil milhões de euros e importou bens no valor de 237,7 mil milhões em junho.
Os Estados Unidos continuam a ser o principal parceiro comercial da UE, com exportações no valor de 45,7 mil milhões de euros e importações de 34,5 mil milhões, representando um excedente de 11,2 mil milhões (contra 10,2 mil milhões em junho de 2025).
O segundo maior parceiro comercial é a China, país com o qual a UE registou um défice comercial significativo em junho: as importações corresponderam a 53,9 mil milhões de euros, enquanto as exportações foram de apenas 18,8 mil milhões, com o défice a ficar assim nos 35,1 mil milhões de euros (um aumento face aos 31 mil milhões em junho de 2025).
O terceiro maior parceiro comercial é o Reino Unido (com a UE a registar um excedente comercial de 17,1 mil milhões), seguido da Suíça.
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