Sem o agrupamento de energia, o volume de negócios situou-se em 4,2% (8,4% no mês anterior).
O índice de vendas com destino ao mercado nacional recuou 1,5 pontos percentuais, para 8,2%, contribuindo com 5,1 pontos percentuais para a variação total do índice (6,0 pontos percentuais em abril).
Já os mercados externos também registaram um abrandamento de 4,4 pontos percentuais, para 5,1%, contribuindo com 1,9 pontos percentuais para a variação total do índice (3,3 pontos percentuais em abril).
Por agrupamento, a energia e os bens de investimento apresentaram o maior contributo para a variação, com 3,7 e 2,7 pontos percentuais, respetivamente, fruto de um crescimento de 19,3% e 8,4%, respetivamente.
Por sua vez, os bens de consumo e os bens intermédios tiveram um peso respetivo de 0,2 e 0,5 pontos percentuais, resultantes de crescimentos homólogos de 0,6% e 2,5%.
Quanto à variação mensal do índice de volume de negócios na indústria, esta situou-se em -0,8% em maio (1,5% em abril).
Em maio, o emprego e as horas trabalhadas diminuíram 0,7% e 1,4% (0,1% e -0,7% no mês anterior).
As remunerações tiveram um crescimento de 3,7% (4,2% em abril).
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