“Vamos reconstruir e recuperar, estaremos aqui o tempo que for necessário”, afirmou o chefe de Estado francês, numa mensagem publicada na rede social X.
“Nesta altura em que as chamas colocam à prova, severamente, o nosso país, a França revela o seu verdadeiro caráter: um povo unido, ombro a ombro”, acrescentou o Presidente, após a retirada de cerca de 200 mil pessoas no sudoeste do país.
Entretanto, 3.000 pessoas que tinham sido retiradas devido à ameaça das chamas no sudoeste de França começaram a regressar às suas casas hoje à noite, em zonas que foram “completamente estabilizadas”, anunciou o presidente do departamento de Gironda, Gilles Clavreul.
O regresso dos habitantes teve início às 20h00 locais, (18h00 de Lisboa), na cidade de Biscarrosse, e deverá prosseguir mesmo que o incêndio ainda não esteja totalmente controlado na região, indicou o autarca durante uma conferência de imprensa.
“O incêndio não está controlado”, enfatizou, por seu lado, o coronel Romain Moutard, do serviço departamental de bombeiros e resgate de Landes.
Dans ces heures où les flammes éprouvent durement notre pays, la France révèle ce qu’elle est : un peuple uni, qui se serre les coudes.
Merci à nos sapeurs-pompiers, à nos militaires, aux forces de sécurité civile, à nos gendarmes et policiers, ainsi qu’aux agriculteurs… pic.twitter.com/DFzPt8vSYM
— Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) July 25, 2026
Citado pela agência France-Presse (AFP), o mesmo responsável referiu que o fogo devastou um total de 3.600 hectares, mais 100 hectares do que na sexta-feira à noite.
Na noite entre quinta e sexta-feira, quase 18.000 pessoas abandonaram apressadamente Biscarrosse, uma zona balnear muito popular entre os surfistas.
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