Em comunicado, aquela estrutura explica que, “perante a gravidade deste processo e das conclusões agora conhecidas (…), exige total transparência e respostas céleres por parte de ambos os intervenientes políticos envolvidos”.
O Tribunal de Contas, em acórdão de 04 de fevereiro, confirmou a obrigação do anterior presidente daquela autarquia no distrito do Porto, Bragança Fernandes, e do atual autarca, António Silva Tiago, de devolver aos cofres municipais cerca de 520 mil euros, mais juros, relativos a liquidações fiscais pagas pela câmara, no âmbito da dissolução da TecMaia, que aquele tribunal entendeu que deveriam ter sido pagos por ambos a titulo pessoal.
“Assim, a Iniciativa Liberal da Maia condena firmemente quaisquer atos de má gestão financeira ou procedimentos que coloquem em risco as finanças do município em benefício de esferas particulares”, lê-se.
Para aquele partido, “os recursos públicos pertencem aos maiatos e devem ser geridos com absoluto rigor, transparência e responsabilidade, sendo aplicados exclusivamente no desenvolvimento do concelho e na melhoria da qualidade de vida da população”.
“A IL continuará a acompanhar o processo de forma minuciosa, agindo como força fiscalizadora ativa para assegurar que a Maia e os maiatos não sofram qualquer prejuízo patrimonial ou reputacional”, assegura no texto.
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