“Esta Argentina foi levada ao colo com um favorecimento dos árbitros de bradar aos céus, parecia que Messi tinha que ser campeão do Mundo à força.
Esta Argentina foi mestre em porrada e subtilezas agressivas, para tirar partido e condicionar o adversário. Pouco futebol, muita batalha campal provocada pela Argentina. Cada lance dividido deu problemas. Os argentinos são uns arruaceiros e caceteiros.
Os jogadores argentinos nos clubes da Europa não tomam estas atitudes e comportamentos procurando desestabilizar os adversários e o árbitro. Têm que se comportar devidamente, de outro modo, têm guia de marcha.
Os argentinos são peritos em aquecer as partidas.
Paredes, o jogador da Argentina que foi o chefe da pancadaria. Messi não se viu.
Eu não gosto muito dos espanhóis, têm a mania que são superiores aos portugueses, todavia entre a Argentina e Espanha, não hesito – Espanha.
Eu queria que Portugal e Ronaldo vencessem, mas foi um mal menor, pela verdade desportiva.
E Donald Trump teve que entregar a taça à Espanha, apesar de andar sempre a dizer mal de Pedro Sánchez. Há coisas do diabo! Ontem deitei-me feliz, fez-se justiça no futebol e na política.
Messi teve uma equipa à sua volta, Ronaldo não teve uma equipa à sua volta, o que teve à sua volta foi contestação constante, criticas e maledicência. Assim é impossível brilhar.
Portugal contra a Espanha jogou bem melhor que a Argentina.
Portugal não é tão bom como se fazia crer, mas não é tão mau, após ter perdido com a Espanha. Fizemos melhor figura e não fomos dominados.
Faltou algo que espero que Jorge Jesus desencante.”
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