“Esse valor cobre todas as despesas necessárias para a organização” da viagem apostólica, informou hoje a Conferência dos Bispos da França (CEF), em comunicado.
Esse valor inclui o acolhimento dos participantes, a coordenação e a logística, bem como as adaptações dos diversos locais que vão receber o sumo pontífice, em Paris, em Lourdes, no sul de França, e em Metz, no leste do país.
A campanha de donativos lançada no início do verão já reuniu “cerca de 5,5 milhões de euros” para a visita, financiada, na sua grande maioria, pela “generosidade do público”, vincou a CEF.
O mecenato de grandes doadores e empresas e a venda de produtos relacionados com a visita vão “completar os recursos necessários” para o financiamento, podendo “recursos próprios” ser utilizados “se necessário”, a partir do orçamento destinado às ações pastorais, acrescentou a instituição.
A CEF referiu ainda que foi preciso “reforçar os dispositivos” logísticos, de segurança e de cenografia perante o “entusiasmo” gerado pela visita, para a qual mais de 700 mil pessoas estão já inscritas e cerca de 2.500 jornalistas credenciados.
O ministro do Interior da França, Laurent Nuñez, anunciara, na semana passada, um “esquema de segurança excecional”, com a mobilização de até 15 mil membros das forças de segurança no auge do evento.
Durante a visita, espera-se a presença de 80 mil pessoas para uma vigília no Stade de France, em Saint-Denis, nos arredores de Paris, em 25 de setembro, uma sexta-feira, de 500 mil para uma missa entre a Praça da Concórdia e os Campos Elísios, no sábado, dia 26, de 150 mil no santuário de Lourdes, no dia 27, e de várias dezenas de milhares nas imediações da catedral de Metz, no dia 28.
Leia Também: Visita do papa Leão XIV a Françã terá “medidas de segurança excecionais”



