“Sob sua liderança, a Reserva Federal vivenciou um longo período de estabilidade de preços que fomentou o crescimento económico e ajudou a fortalecer a confiança pública na instituição”, afirmou a organização em comunicado.
A Fed sinalizou que durante os 18 anos como presidente, Greenspan “guiou a Fed por períodos de significativa expansão económica, bem como por períodos de considerável tensão”.
O economista “trouxe uma disciplina analítica rigorosa para a formulação de políticas monetárias e ajudou a estabelecer a credibilidade que continua a ser um dos ativos mais importantes da Reserva Federal”, lê-se no comunicado.
Para a Fed, o legado de Greenspan “perdura”, tanto “naqueles que orientou diretamente” como “nos economistas e funcionários públicos que inspirou e nas estruturas e práticas que ajudou a moldar”.
Alan Greenspan, economista que cumpriu cinco mandatos como presidente da Reserva Federal (Fed) dos EUA, morreu hoje aos 100 anos.
Andrea Mitchell, mulher do economista, disse que Greenspan morreu “devido a complicações da doença de Parkinson”, em comunicado citado pela NBC News.
Alan Greenspan liderou a Fed de 1987 a 2005 e foi o responsável pela introdução do comunicado que o banco central emite após cada reunião, anunciando a sua decisão.
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