Giro Sudoeste - A informação na medida certa!Giro Sudoeste - A informação na medida certa!
  • Home
  • Brasil
    BrasilMostre mais
    equipe-do-sao-paulo-e-a-primeira-finalista-do-brasileirao-feminino
    Equipe do São Paulo é a primeira finalista do Brasileirão Feminino
    19 de setembro de 2026
    transexuais-e-travestis-fazem-ato-no-rj-em-defesa-da-democracia
    Transexuais e travestis fazem ato no RJ em defesa da democracia
    19 de setembro de 2026
    podoroska-e-quevedo-decidem-sp-open-2026-neste-domingo
    Podoroska e Quevedo decidem SP Open 2026 neste domingo
    19 de setembro de 2026
    caderno-de-musica-lembra-120-anos-de-nascimento-de-dmitri-shostakovich
    Caderno de Música lembra 120 anos de nascimento de Dmitri Shostakovich
    19 de setembro de 2026
    petrobras-aprova-adesao-a-subvencao-ao-oleo-diesel
    Petrobras aprova adesão à subvenção ao óleo diesel
    19 de setembro de 2026
  • Internacionais
    InternacionaisMostre mais
    seul-acusa-pyongyang-de-lancar-novo-missil-balistico-e-outro-projetil
    Seul acusa Pyongyang de lançar novo míssil balístico e outro projétil
    20 de setembro de 2026
    pelo-menos-20-mortos-em-ataque-jihadista-em-ilha-do-lago-chade
    Pelo menos 20 mortos em ataque jihadista em ilha do Lago Chade
    20 de setembro de 2026
    quase-450-voos-atrasados-ou-cancelados-nos-aeroportos-russos
    Quase 450 voos atrasados ou cancelados nos aeroportos russos
    20 de setembro de 2026
    gronelandia.-apos-anuncio,-as-reacoes:-“seguranca”-e-“ajuda-a-acalmar”
    Gronelândia. Após anúncio, as reações: “Segurança” e “ajuda a acalmar”
    20 de setembro de 2026
    teerao-afirma-ter-comunicado-aos-eua-as-condicoes-para-por-fim-a-guerra
    Teerão afirma ter comunicado aos EUA as condições para pôr fim à guerra
    20 de setembro de 2026
  • Região
    RegiãoMostre mais
    dois-jovens-desaparecem-apos-sairem-juntos-de-moto-em-eunapolis-e-familiares-fazem-apelo
    Dois jovens desaparecem após saírem juntos de moto em Eunápolis e familiares fazem apelo
    20 de setembro de 2026
    motocicleta-parte-ao-meio-apos-colisao-com-hb20-na-br-324
    Motocicleta parte ao meio após colisão com HB20 na BR 324
    19 de setembro de 2026
    motorista-perde-controle,-carro-desce-ribanceira-e-capota-na-ba-120-entre-coite-e-riachao
    Motorista perde controle, carro desce ribanceira e capota na BA-120 entre Coité e Riachão
    19 de setembro de 2026
    vocalista-da-banda-forro-da-ilha-se-arrepende-de-criticas-a-natanzinho-lima-e-pede-perdao
    Vocalista da Banda Forró da Ilha se arrepende de críticas a Natanzinho Lima e pede perdão
    19 de setembro de 2026
    esclarecimento:-porto-seguro-praia-resort-reforca-cuidados-e-assistencia-apos-relatos-pontuais-de-sintomas-gastrointestinais
    Esclarecimento: Porto Seguro Praia Resort reforça cuidados e assistência após relatos pontuais de sintomas gastrointestinais
    19 de setembro de 2026
  • Bahia
  • Esportes
    EsportesMostre mais
    jogador-ingles-e-atropelado-em-pleno-gramado;-imagens-chocam
    Jogador inglês é atropelado em pleno gramado; imagens chocam
    20 de setembro de 2026
    flavia-saraiva-e-ouro-nas-barras-assimetricas-em-etapa-da-copa-do-mundo
    Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo
    19 de setembro de 2026
    fonseca-supera-lesao-e-cai-no-choro-para-se-tornar-lider-do-brasil-na-davis
    Fonseca supera lesão e cai no choro para se tornar líder do Brasil na Davis
    19 de setembro de 2026
    ex-palmeiras-revela-luta-contra-o-alcool:-“minha-terapeuta-me-salvou”
    Ex-Palmeiras revela luta contra o álcool: “Minha terapeuta me salvou”
    19 de setembro de 2026
    time-da-serie-c-deve-faturar-r$-50-milhoes-com-a-venda-de-martinelli
    Time da Série C deve faturar R$ 50 milhões com a venda de Martinelli
    19 de setembro de 2026
  • Politica
    PoliticaMostre mais
    ps-pede-audicao-urgente-de-fernando-alexandre-sobre-alunos-sem-vagas
    PS pede audição urgente de Fernando Alexandre sobre alunos sem vagas
    20 de setembro de 2026
    ventura-diz-que-ha-na-madeira-uma-“epidemia-de-corrupcao”
    Ventura diz que há na Madeira uma “epidemia de corrupção”
    19 de setembro de 2026
    cds-diz-que-atrasos-nas-matriculas-resultam-de-politicas-do-ps-na-imigracao
    CDS diz que atrasos nas matrículas resultam de políticas do PS na imigração
    19 de setembro de 2026
    ps-quer-que-acorianos-nao-percam-dinheiro-nos-reembolsos-das-passagens
    PS quer que açorianos não percam dinheiro nos reembolsos das passagens
    19 de setembro de 2026
    ventura-diz-que-se-neves-aceita-investigacoes,-par-nao-deve-obstaculizar
    Ventura diz que se Neves aceita investigações, PAR não deve obstaculizar
    19 de setembro de 2026
  • Famosos
  • Economia
  • Policia
  • Justiça
  • Educação
  • Saúde
Buscar
Leitura: “Estudante deve errar, idealizar e construir”, diz professora premiada
Compartilhar
aa
Giro Sudoeste - A informação na medida certa!Giro Sudoeste - A informação na medida certa!
aa
  • Brasil
  • Politica
  • Economia
  • Região
  • Saúde
  • Esportes
  • Internacionais
Buscar
  • Home
    • Home 1
  • Categories
    • Esportes
    • Região
    • Economia
    • Internacionais
    • Brasil
    • Politica
    • Saúde
    • Policia
  • Bookmarks
  • More Foxiz
    • Sitemap
Siga-nos
  • Advertise
© 2022 Foxiz News Network. Ruby Design Company. All Rights Reserved.
Giro Sudoeste - A informação na medida certa! > Blog > Brasil > “Estudante deve errar, idealizar e construir”, diz professora premiada
BrasilTodas Noticias

“Estudante deve errar, idealizar e construir”, diz professora premiada

Camila Boehm - Reporter da Agencia Brasil
Ultima atualização: 2026/06/14 at 11:30 AM
Por Camila Boehm - Reporter da Agencia Brasil
Compartilhar
15 leitura mínima
“estudante-deve-errar,-idealizar-e-construir”,-diz-professora-premiada
“Estudante deve errar, idealizar e construir”, diz professora premiada
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • LinkedIn
  • WhatsApp

Professora em uma escola pública municipal paulistana, Débora Garofalo começou, em 2015, um projeto de robótica com sucata para alunos do ensino fundamental. O trabalho rendeu diversos prêmios e deixou a profissional entre os dez melhores colocados do Global Teacher Prize, considerado o Nobel da educação, em 2019. Ela foi a primeira brasileira e primeira sul-americana a ser finalista na premiação.

+ Conteúdos
Veja os principais trechos da entrevista.Professora Débora Garofalo / Arquivo PessoalProfessora Débora Garofalo ganha prêmio em Dubai. Foto: Débora Garofalo/Arquivo pessoal

Dez anos depois do início do projeto, Débora foi reconhecida como a professora mais influente do mundo, em nova categoria da premiação. Convidada para a edição 2026, realizada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, a educadora recebeu o prêmio Global Teacher Influencer of the Year, um reconhecimento por sua trajetória docente que extrapola o cotidiano escolar. Na última quinta-feira (11), a professora voltou a ser homenageada, com o Prêmio Faz Diferença 2025, na categoria Educação, em cerimônia na Casa Firjan, no Rio de Janeiro. 

Além dos resultados como redução da evasão escolar e do trabalho infantil na escola, localizada na periferia da zona sul de São Paulo, o projeto de ensino de robótica com sucata ganhou escala e se tornou política pública estadual, sob orientação de Débora.

Em entrevista à Agência Brasil, Débora Garofalo contou sobre a origem do projeto, os obstáculos e as conquistas decorrentes desse trabalho. Ela compartilhou também sua visão sobre o uso de tecnologia no processo de aprendizagem de crianças e jovens, e como isso não depende necessariamente de telas.

Veja os principais trechos da entrevista.

Agência Brasil: Como você começou o projeto de robótica na escola pública em que trabalhava?

Débora Garofalo: O projeto de robótica com sucata nasceu no ano de 2015, na EMEF [Escola Municipal de Ensino Fundamental] Almirante Ary Parreiras, que é uma escola concentrada entre quatro grandes favelas da cidade de São Paulo, com alto índice de violência, alto índice de tráfico de drogas. Ali, também enxerguei a oportunidade de sair da minha zona de conforto, como uma professora de língua portuguesa, para me candidatar a uma vaga de tecnologia e inovação que tinha surgido.

Eu fui com esse olhar, de ressignificar aquele território educativo, trabalhando com programação e robótica. A partir disso, fiz uma avaliação com a escola inteira e me surpreendi, porque 70% dos estudantes relataram que o lixo era um problema na vida deles, que impedia essas crianças de chegar à escola e trazia doenças como dengue e leptospirose. Diante daquele cenário, eu falei: “Bom, eu só tenho dois caminhos. Ou vou me lamentar ou eu vou pegar esse lixo como objeto de conhecimento. Eu preferi a segunda opção, mesmo sabendo que ia dar muito trabalho.

O primeiro protótipo que nós fizemos virou uma febre na escola. Era um carrinho [feito] com o lixo que a gente retirou da rua, utilizando uma bexiga e a lei da física, a Terceira Lei de Newton. No dia seguinte, uma colega bateu assim no meu ombro e falou: “Débora, eu não sei o que você fez com as crianças ontem, mas ali fora tem um monte de criança com tampinha, com rolinho, com bexiga, falando que quer ter aula com a professora de robótica”. Eu soube que tinha encontrado um caminho, só precisava ser lapidado.

Dia da Mulher,Débora Garofalo/ Arquivo Pessoal

Professora Débora Garofalo / Arquivo Pessoal

Agência Brasil: Como vocês alcançaram o envolvimento dos responsáveis e da comunidade?

Débora Garofalo: A gente fazia uma feira de tecnologias, que era uma forma de integrar a comunidade. Nossa última feira, que foi em 2019, tinha mais de 500 pessoas. Para as crianças, foi o máximo. Tinha desde pipoqueira feita com latinha a protótipos incríveis, como filtro de água e sensor para avisar aos moradores que o córrego ia transbordar. Foram coisas fantásticas. Então, as crianças começaram a criar uma cultura diferenciada.

Em três anos e meio de trabalho, a gente saltou no Ideb da escola, nos anos finais, de 4,2 para 5,2, que era a média do país na época. Nós retiramos mais de uma tonelada de lixo das ruas e transformamos em diferentes protótipos. Reduzimos a evasão escolar em 93%, olhando para as crianças com potencial de risco e trazendo para a escola, para que elas ficassem comigo o dia inteiro, ajudando as outras crianças a desenvolverem seus projetos. E, para isso, elas recebiam alimentação e um certificado de voluntariado. 

Nós reduzimos o trabalho infantil, que, para mim, era um ponto essencial, em 95%. Comecei também a fazer um trabalho, trazendo o setor público, trazendo o juiz para dentro da escola, para conscientizar os familiares da importância de não haver esse tipo de situação. Então, foi um trabalho que impactou realmente toda aquela comunidade.

Agência Brasil: Como o projeto se tornou política pública em São Paulo?

Débora Garofalo: Eu aceitei o convite para ir para a Secretaria Estadual de Educação para tornar esse trabalho currículo do Estado de São Paulo e implementar para 5,4 mil escolas e 3,7 milhões de estudantes. Foi um desafio muito grande, porque eu não queria que os professores recolhessem o lixo nas ruas como eu, mas eu queria que eles trabalhassem com essa questão do material por entender o poder da criatividade, e a importância disso para o processo de ensino-aprendizagem.

Só que, estando ali no estado, a gente entendeu que dava para fazer muito mais coisas. Começamos a criar uma prática que chamamos de Expo Movimento Inova, que reuniu os estudantes de todo o estado. Ali, percebemos que o currículo precisava ter a cara dos estudantes, para que a rede tivesse esse pertencimento.

Criamos uma outra política pública integrada a isso, que é o Centro de Inovação da Educação Básica Paulista. Eram escolas ociosas, com grande risco de fechar por questões demográficas. Transformamos em centros de inovação, para que as crianças também tivessem um local onde elas pudessem pensar coisas diferentes, produzir os seus projetos. Em 2022, eu deixei o estado com 18 dessas unidades, mais uma carreta móvel que circulava pelo estado de São Paulo e um currículo de tecnologia e inovação que foi pioneiro, antes da BNCC [Base Nacional Comum Curricular] da Computação.

Então, eu fui para o Rio de Janeiro, porque eles criaram um projeto muito parecido, mas que faltava estruturar, que são GETs [Ginásios Educacionais Tecnológicos]. Fiquei dois anos e nós lançamos 300 escolas vocacionadas ao uso de tecnologia e inovação. Depois disso, eu comecei a apoiar, através de formação docente e de consultoria, outros estados e municípios.

Agência Brasil: E ainda veio uma surpresa do Global Teacher Prize este ano?

Débora Garofalo: Eu estava em casa bem quietinha este ano, porque para mim eu já atingi o meu máximo, sabe? Agora, é só continuar a trabalhar, continuar essa militância. Aí, eu recebi uma ligação de madrugada, em um sábado. A pessoa insistiu, 3h da manhã, e eu atendi. Eram os organizadores do prêmio, falando que eu tinha que ir para Dubai. Falei: “Não. Não vou. Não tem nada comprado, este ano não fui convidada”. Disseram: “A gente já comprou a passagem para você, você pega o avião agora uma hora da tarde. Você vai ter um reconhecimento”.

Quando cheguei lá e me deram a programação do prêmio, eu já imaginava. Eles fizeram um jantar muito bonito para reconhecer os professores. No final, começaram a falar do meu trabalho, veio uma luz na minha cabeça, todo mundo olhando para mim. Imagina um auditório, um jantar de 1 mil pessoas, e todo mundo olhando para você. Eles fizeram um júri internacional, era uma categoria nova, o Global Teacher Influencer. Então, eu estava sendo reconhecida pelo impacto do meu trabalho fora da sala de aula, por ter causado todo esse impacto como política pública, e eu fui a primeira a receber esse prêmio. Eu desabei.

Eu estava no mesmo lugar de 2019, mesmo hotel. Eu vou confessar para você que eu estava com a mesma roupa. Passou um filme na minha cabeça, sabe? Naquele momento, eu me senti muito feliz, porque eu não estava ali sozinha. Eu estava com todos os professores brasileiros, com todos os estudantes que diariamente lutam. 

Rio de Janeiro (RJ), 03/02/2026 – Professora Débora Garofalo ganha prêmio em Dubai.  Foto: Débora Garofalo/Arquivo pessoal

Professora Débora Garofalo ganha prêmio em Dubai. Foto: Débora Garofalo/Arquivo pessoal

Agência Brasil: Quais os obstáculos para que as escolas utilizem a tecnologia em favor da educação?

Débora Garofalo: Estamos num momento especial no nosso país, em que temos um documento norteador, que é a BNCC e agora a BNCC da Computação. Esse documento foi aprovado em 2022, nós estamos em 2026, com a obrigatoriedade de fazer este ano, e os professores não sabem como fazer. Por quê? Se a gente olha os dados, as secretarias não têm suporte técnico, não têm recursos, não têm infraestrutura, não têm equipe técnica, não têm como fazer formação. Temos que evoluir nesses quesitos.

Por outro lado, a tecnologia chega muito rápido na sala de aula. Esses meninos que estão nascendo, já nascem conectados. O que falta? Trazer esse aporte na educação para a gente falar de criticidade, de ética, de responsabilidade. Não dá mais para deixar a tecnologia do lado de fora da sala de aula, é impossível.

Para mim, só proibir celular na sala de aula é um tiro no pé. A gente proibiu o celular porque era muito mais fácil, mas isso não vai resolver o problema da educação. O que resolveria? Trazer uma educação midiática para dentro da sala de aula, ou seja, formar professores para isso e os professores poderem então formar os estudantes para essa concepção.

A tecnologia por si só não resolve o problema, porque ela precisa vir acompanhada de resoluções de problemas, de amabilidade. O estudante precisa passar por erro, por processo de frustração, e é isso que a educação 5.0 vai falar, que a gente precisa humanizar esse processo, trabalhar essas habilidades e competências socioemocionais.

Agência Brasil: O uso de tecnologia na escola não está necessariamente atrelado ao uso de telas em sala de aula, é isso?

Débora Garofalo: Eu queria desmistificar. Vou te dar exemplos práticos: São Paulo tem um tablet para cada estudante. Resolveu o problema da educação e melhorou os índices de aprendizagem? Não. Por quê? Porque isso não está atrelado à questão da intencionalidade pedagógica. A crítica que eu faço não é sobre a questão de ter ou não infraestrutura. Eu vou sempre brigar, até como gestora pública, para que a gente tenha infraestrutura. O ponto que eu quero chegar é a intencionalidade que vai chegar na ponta.

Muitas coisas você faz por atitude. Eu comecei a trabalhar com os meus estudantes, eu não tinha conhecimento, eu queria trabalhar programação, robótica, sem ter um kit específico. Onde eu encontrei a solução? No próprio problema que eles trouxeram. O lixo foi uma solução e abriu portas para que a gente pudesse trabalhar de maneira diferenciada. O que a gente precisa muitas vezes é olhar para o lado e entender que o simples funciona.

Agência Brasil: Você lançou o livro Robótica com Sucata – Uma aventura pela criatividade, pela editora Moderna. Como foi o processo de construção desse almanaque?

Débora Garofalo: O livro foi uma grande alegria, porque muitos professores perguntavam: “como eu aplico o seu projeto em sala de aula?” A ideia foi criar um livro muito “mão na massa”, mas que trouxesse também a questão da leitura e da literatura, para que o estudante pudesse percorrer momentos da história [da ciência].

O livro é uma forma de democratizar um pouco mais esse acesso para meninos e meninas, e entender que eles podem transformar um copo, por exemplo, em um abajur. Essa é a proposta, [mostrar] que a criança pode desmontar um brinquedo e utilizar as peças para criar um robô.

A gente passou muito tempo com uma educação tradicional passiva. E a gente sabe que a aprendizagem, para ser efetiva, ela precisa ser ativa. Para isso, o estudante tem que errar, tem que idealizar, tem que construir, tem que testar, tem que colaborar. Por isso, é tão importante uma educação mão na massa.

O livro traz várias reflexões de como pegar os problemas e transformar em soluções. Deu tão certo, que a gente lançou o primeiro livro Robótica com Sucata e foi um sucesso. Saiu o segundo livro e, vou dar um spoiler, no segundo semestre chega o terceiro.

  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • LinkedIn
  • WhatsApp

Você pode gostar também

Equipe do São Paulo é a primeira finalista do Brasileirão Feminino

Transexuais e travestis fazem ato no RJ em defesa da democracia

Podoroska e Quevedo decidem SP Open 2026 neste domingo

Caderno de Música lembra 120 anos de nascimento de Dmitri Shostakovich

Petrobras aprova adesão à subvenção ao óleo diesel

Camila Boehm - Reporter da Agencia Brasil 14 de junho de 2026 14 de junho de 2026
Compartilhar
O que você acha?
Amor0
Triste0
Feliz0
Com sono0
Nervoso0
Morto0
Piscar0
artigo anterior dois-helicopteros-se-chocam-e-deixam-seis-mortos-no-rio Dois helicópteros se chocam e deixam seis mortos no Rio
Próximo artigo mega-sena-acumula-para-r$-16-milhoes;-veja-numeros-sorteados Mega-Sena acumula para R$ 16 milhões; veja números sorteados

Últimas notícias

explicador-da-semana.-como-funcionara-o-passe-de-20e-em-lisboa-e-no-porto
Explicador da semana. Como funcionará o passe de 20€ em Lisboa e no Porto
Economia 20 de setembro de 2026
forum-economico-de-angola-debate-diplomacia-economica-e-integracao
Fórum Económico de Angola debate diplomacia económica e integração
Economia 20 de setembro de 2026
douro-diversifica-oferta-turistica-do-vinho-a-azeite,-termas-ou-caminhada
Douro diversifica oferta turística do vinho a azeite, termas ou caminhada
Economia 20 de setembro de 2026
pisa-a-pe-em-lagares-centenarios-do-douro-atrai-turistas-a-aldeia-de-sabrosa
Pisa a pé em lagares centenários do Douro atrai turistas a aldeia de Sabrosa
Economia 20 de setembro de 2026
Giro Sudoeste - A informação na medida certa!Giro Sudoeste - A informação na medida certa!
Siga-nos
Giro Sudoeste©2026 Todos direitos reservados.
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Perdeu sua senha?