A diretiva do regulador norte-americano determina a realização de uma “inspeção detalhada dos encaixes dos trilhos de cada conjunto de assentos de passageiros, tanto do lado esquerdo como do direito, para verificar se a instalação foi efetuada corretamente”.
Se não for corrigido, este problema poderá fazer com que um assento saia das guias em caso de aumento da carga, turbulência ou aterragem de emergência, o que representa um risco de lesões para os passageiros ou para a tripulação, podendo bloquear um corredor, o que, por sua vez, atrasaria a evacuação, assinalou a entidade americana.
Contudo, ainda não é claro se os operadores deste modelo noutras partes do mundo também serão afetados, embora os reguladores de outros mercados costumem seguir o exemplo da FAA, tal como informou a Bloomberg.
Em resposta, a Boeing afirmou num comunicado que já tinha emitido diretrizes aos operadores sobre esta questão em dezembro de 2025 e que apoia que o regulador torne estas diretrizes obrigatórias.
Na terça-feira, a Boeing anunciou um prejuízo líquido de 435 milhões de dólares (cerca de 381 milhões de euros) no primeiro semestre, uma melhoria face aos 643 milhões de euros negativos do mesmo período de 2025.
Nos primeiros seis meses do ano, o volume de negócios da Boeing aumentou de 4.532 milhões de dólares (cerca de 3.979 milhões de euros) relativamente ao mesmo período de 2025, fixando-se nos 46.777 milhões de dólares (cerca de 41.072 milhões de euros).
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