Esta possibilidade de aumento decorre da conclusão da recompilação e verificação de relatos e denúncias que está a fazer.
Segundo a ONG, al4ém dos homicídios, em agosto “registaram-se 314 eventos de violência e insegurança e, pontos diferentes da ilha, ente os quais cinco identificados como feminicídios, outros tantos como suicídios e uma tentativa de suicídio”.
Apesar do aumento destes números em relação a julho, em termos relativos significam 6,64 mortes por ano e por cem mil habitantes, uma taxa muito inferior às dos outros países da região.
A Cubalex criticou “a falta de informação pública e as restrições existentes na documentaçºao da violência em Cuba”, bem como “a ausência de estatísticas oficiais atualizadas e desagregadas sobre homicídios, feminicídios e outros crimes”.
A ONG tem denunciado que a crise energética, hídrica e sanitária em Cuba tem contribuído para a “deterioração sistemática das condições materiais que impossibilitam um nível de vida adequado”.
Esta situação provocou um “aumento sem precedentes” dos protestos em Cuba no primeiro semestre do ano, que totalizaram 766 nos 141 municípios da ilha, como a ONG assinalou em relatório.
Cuba atravesa uma profunda crise desde há seis años, con carestía de bens básicos, apagões fequentes, inflación descontrolada, dolarização parcial e um colapso dos serviços básicos.
A pressão dos EUA, intensificada com o boicote petrolífero e as sanções nos últimos meses, agravaram a situação.
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