A remuneração dos novos depósitos a prazo aumentou em agosto pelo sétimo mês consecutivo, para 1,63%, contra 1,59% em julho e 1,34% no mês homólogo, mantendo-se abaixo da média da zona euro, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
© Zed Jameson/Bloomberg via Getty Images
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Segundo os dados do banco central, com a subida de 0,04 pontos percentuais entre julho e agosto, a taxa de juro média dos novos depósitos a prazo de particulares atingiu o valor mais alto desde abril de 2025 (1,64%).
Já o montante de novas operações de depósitos a prazo de particulares totalizou 12.727 milhões de euros em agosto, menos 977 milhões do que em julho, mês em que tinha atingido um novo máximo histórico.
A remuneração dos novos depósitos a prazo caiu de forma consecutiva desde janeiro de 2024 (2,91%) até agosto de 2025 (1,39%), tendo registado ligeiras variações nos meses seguintes e vindo a subir consecutivamente desde janeiro passado.
Em agosto, os novos depósitos com prazo até um ano representaram 94% do total de novos depósitos efetuados por particulares.
Na área do euro, a taxa de juro média dos novos depósitos cresceu 0,04 pontos percentuais para 2,18%, tendo Portugal subido uma posição no conjunto de países da área do euro e passado a apresentar a sexta taxa de juro média mais baixa.
Quanto à taxa de juro média dos novos depósitos a prazo de empresas, fixou-se em 1,97% em agosto, menos 0,01 pontos percentuais do que no mês anterior.
O montante das novas operações de depósitos totalizou 9.239 milhões de euros, menos 2.194 milhões do que em julho, tendo os depósitos a prazo até um ano representado 99,5% dos novos depósitos a prazo de empresas.
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