Quando surgem obras em casa, uma despesa inesperada ou simplesmente um novo projeto que exige financiamento, quem já tem vários créditos pode deparar-se com uma dúvida: contratar mais um empréstimo ou aproveitar para reorganizar os financiamentos que já tem?
Existe uma terceira possibilidade que pode fazer sentido em determinadas situações: rever os créditos atuais e avaliar uma solução que permita reunir os financiamentos existentes e obter, ao mesmo tempo, algum capital adicional.
Uma só operação para os créditos que já tem e para uma nova necessidade
A lógica é simples. Em vez de manter vários contratos separados e contratar outro financiamento para obter o dinheiro de que precisa, pode ser possível incluir esse novo valor numa operação que reúne os créditos existentes.
Por exemplo, imagine que tem:
Um crédito pessoal;
Um crédito automóvel;
Um saldo em cartões de crédito;
E precisa agora de 5.000 euros adicionais.
Dependendo da análise da instituição financeira, poderá ser apresentada uma solução que contemple os valores em dívida e o novo montante no mesmo financiamento.
O resultado é potencialmente uma estrutura financeira mais simples, com uma única prestação mensal e um único contrato, em vez de acumular mais um crédito ao orçamento.
Em que situações pode ser útil?
Não existe uma finalidade única para este tipo de financiamento. O montante adicional pode ser destinado, por exemplo, a:
- Obras e remodelações
Renovar uma divisão, reparar a casa ou avançar com uma obra que estava adiada. - Despesas com o automóvel
Comprar um carro ou fazer uma reparação de valor elevado. - Educação e formação
Financiar um curso, uma especialização ou outras despesas relacionadas com formação. - Despesas inesperadas
Fazer face a uma despesa que não estava prevista no orçamento. - Projetos pessoais
Concretizar um projeto para o qual necessita de financiamento adicional.
A questão mais importante não é apenas quanto dinheiro pode obter, mas quanto faz sentido pedir tendo em conta os seus rendimentos e restantes encargos.
E como saber se o orçamento suporta a nova operação?
É aqui que a análise financeira ganha importância. Ao avaliar uma operação deste género, a instituição de crédito terá em consideração vários elementos, como os rendimentos do agregado, os compromissos financeiros existentes, o montante em dívida e o prazo do novo contrato.
Por isso, não basta somar os créditos e acrescentar o valor de que precisa. É necessário perceber se a nova prestação é comportável e analisar o custo da operação no seu conjunto.
Uma mensalidade mais baixa pode trazer maior folga ao orçamento, mas um prazo mais longo poderá significar mais juros pagos ao longo do tempo.
Vale mais acrescentar dinheiro ao financiamento ou pedir outro crédito?
Esta é uma das principais questões para quem precisa de financiamento adicional. Manter os créditos atuais e contratar um novo empréstimo significa ficar com mais uma prestação mensal. Dependendo das condições dos contratos existentes, pode também significar manter diferentes taxas, prazos e datas de pagamento.
Ao rever todos os financiamentos de uma só vez, pode ser possível encontrar uma solução que reúna os valores em dívida e o montante adicional num único contrato.
Mas não há uma opção que seja melhor para todos. A comparação deve considerar não só a prestação mensal, mas também a taxa, o prazo, os custos associados e o montante total a pagar.
Antes de pedir mais um crédito, faça as contas
Se já tem vários financiamentos, contratar simplesmente mais um pode não ser a única alternativa. Uma análise global permite perceber se existe margem para reorganizar os créditos existentes e, caso seja adequado ao seu perfil financeiro, incluir também o valor adicional de que necessita.
Precisa de dinheiro extra, mas já tem vários créditos?
Antes de assumir uma nova prestação, veja se pode existir uma solução que permita reorganizar os seus financiamentos e responder à nova necessidade de liquidez numa única operação. O Poupança no Minuto, intermediário de crédito, pode analisar a situação financeira do cliente e comparar soluções disponibilizadas por diferentes instituições de crédito, sem qualquer custo envolvido.
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