Segundo fontes militares governamentais citadas pela agência France Presse, 17 soldados foram mortos, enquanto os houthis relataram a morte de 31 dos seus combatentes.
Entretanto, pelo menos 112.000 pessoas foram deslocadas no Iémen e cerca de 3.000 outras refugiaram-se no Djibuti desde o reinício dos combates no início de setembro entre os rebeldes huthis pró-iranianos e as forças pró-governamentais, informou na sexta-feira a Organização das Nações Unidas (ONU).
Os huthis conseguiram, na semana passada, assumir o controlo do litoral do mar Vermelho, reforçando o seu domínio sobre o estratégico estreito de Bab el-Mandeb, que liga a Europa à Ásia, através deste mar e do canal do Suez.
Após anos de acalmia, o Iémen foi arrastado em julho para o conflito regional desencadeado pela ofensiva norte-americana e israelita contra o Irão no final de fevereiro.
Entre 2014 e 2022, uma guerra opôs os huthis às forças pró-governamentais, apoiadas por Riade, provocando centenas de milhares de mortos e mergulhando o Iémen, o país mais pobre da Península Arábica, numa grave crise humanitária.
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