O líder do Chega considerou hoje que os partidos que se opuserem a moção de censura ao Governo que o seu partido apresentou serão “cúmplices e muletas” do executivo e questionou “onde anda a brigada de ética do PSD”.
© Horacio Villalobos#Corbis/Getty Images
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“Aqueles que hoje votarem contra tornar-se-ão cúmplices e muletas do Governo”, afirmou André Ventura no encerramento do debate sobre a moção de censura ao executivo liderado por Luís Montenegro, centrada nas polémicas que envolvem o ministro da Administração Interna.
Na última intervenção do debate, que durou cerca de três horas, o presidente do Chega voltou a defender a saída de Luís Neves do Governo e questionou “onde anda a brigada de ética do PSD”.
André Ventura defendeu igualmente que “brincar à democracia é proteger um ministro que não aceita nem escrutínio nem verdade”.
“Demitir Luís Neves tem riscos, tem, muitos. Mas, como dizia Sá Carneiro, a política sem risco é uma chatice e sem ética é uma vergonha”, afirmou.
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