O grupo Volkswagen está a atravessar uma fase difícil e, por isso, o grupo está a desenvolver uma estratégia de revisão de custos, incluindo cortes de postos de trabalho, para tentar salvar a empresa. Por cá, a Autoeuropa deverá escapar a essa “crise”.
“Estamos a rever tudo, incluindo as nossas fábricas e as suas estruturas de custos. Não nos podemos manter competitivos no mercado global com fábricas subutilizadas. É por isso que precisamos de reduzir ainda mais a capacidade – globalmente, em cerca de um milhão de veículos por ano, incluindo aproximadamente 500 mil na Europa – para criar as condições para uma produção eficiente”, disse fonte do grupo à imprensa económica.
Relativamente à fábrica de Palmela e sem especificar estabelecimentos em concreto, a mesma fonte referiu apenas que, “de acordo com o planeamento atual, a versão de produção do ID.EVERY1 deverá ser fabricado na Volkswagen Autoeuropa no futuro, juntamente com o T-Roc“, o que poderá ser um bom indicador para a Autoeuropa.
Aliás, a comissão de trabalhadores da Autoeuropa tinha já indicado ao Jornal de Negócios que não havia sinais de que a vaga de cortes pudesse chegar à fábrica de Palmela.
Situação é “mais do que crítica”
O Grupo Volkswagen está numa situação “mais do que crítica”, segundo o diretor-executivo Oliver Blume. O conglomerado já avançou para o corte de 50 mil postos de trabalho perante as dificuldades que enfrenta.

Volkswagen em alerta. Situação é “mais do que crítica”, diz CEO
O Grupo Volkswagen está numa situação “mais do que crítica”, segundo o diretor-executivo Oliver Blume. O conglomerado já avançou para o corte de 50 mil postos de trabalho perante as dificuldades que enfrenta.
Notícias ao Minuto | 07:26 – 24/08/2026
A marca pode pode tomar novas medidas de poupança para enfrentar a situação delicada em que se encontra. Nos últimos meses, tem-se especulado sobre o encerramento de fábricas e corte de 100 mil postos de trabalho.
A braços com uma situação financeira complicada o diretor-executivo, Oliver Blume, considera que devem ser tomadas novas medidas de poupança, quando paira a especulação sobre o encerramento de fábricas na Alemanha e o corte de 100 mil empregos em todo o mundo.
“Precisamos de reduzir a complexidade, simplificar as nossas estruturas de forma coerente e reduzir os custos”, afirmou Oliver Blume durante uma reunião com os trabalhadores na sede do grupo, em Wolfsburg (Alemanha), segundo os meios de comunicação alemães.
Segundo o responsável, “toda a indústria está sob uma enorme pressão” devido às políticas aduaneiras, aos novos concorrentes e aos riscos geopolíticos.

Volkswagen “aperta o cinto”. CEO admite mais medidas de poupança
O Grupo Volkswagen pode pode tomar novas medidas de poupança para enfrentar a situação delicada em que se encontra. Nos últimos meses, tem-se especulado sobre o encerramento de fábricas e corte de 100 mil trabalhos.
Lusa | 15:35 – 25/08/2026
O grupo Volkswagen, ao qual pertencem marcas como Volkswagen, Audi, Porsche e Seat/Cupra, iniciou um processo de reestruturação e anunciou, em dezembro de 2024, planos para cortar 50 mil postos de trabalho na Alemanha.
Nos últimos meses, Blume defendeu a necessidade de reduzir mais 50 mil posições, duplicando o número antes anunciado e encerrar quatro fábricas na Alemanha.
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