“As ações de milícias insolentes e a falha do Estado em manter o monopólio das armas foram — e continuam a ser — a causa das mortes injustificadas de combatentes das Forças de Mobilização Popular e de membros das forças de segurança (do Iraque)”, afrimou o clérigo num comunicado divulgado hoje.
Muqtada al-Sadr está envolvido na integração da milícia Saraya al-Salam (Brigadas da Paz) nas estruturas estatais iraquianas.
Neste sentido, o clérigo xiita criticou os líderes dos grupos armados, que disse “gozarem de segurança e conforto” e de “prosperarem nos negócios”.
“Chega de ações irracionais e individuais”, declarou, dirigindo-se às milícias armadas.
“Não há condolências para aqueles cujas ações causaram estas perdas”, disse o influente clérigo xiita, considerado uma das figuras políticas mais poderosas do Iraque, apesar de nunca ter ocupado um cargo no Governo de Bagdad.
Os ataques dos Estados Unidos e da Arábia Saudita tiveram como alvo instalações pertencentes a milícias pró-Irão que fazem parte legalmente das Forças Armadas iraquianas, embora não estejam integradas no Exército regular.
Cerca de vinte pessoas morreram e outras trinta ficaram feridas no bombardeamento.
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