Para além dos ataques, acordos de cessar-fogo que vão sendo quebrados e instabilidade a nível internacional, a possibilidade de um assassinato do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ser um tema em cima da mesa – ou, pelo menos, nas ruas.
Ao longo da última semana realizaram-se as cerimónias fúnebres do antigo líder supremo do Irão, Ali Khamenei, e tal como as imagens na galeria acima mostram, o povo iraniano não só se despediu do antigo responsável, que morreu quando os Estados Unidos e Israel atacaram o país, como também deixou um aviso a Trump.
“Olá, Trump. Vamos matar-te”, “Matem Trump” e “Vamos matar Trump” foram algumas das frases que se leram nas ruas iranianas – em mensagens levadas pelo povo.
Note-se que, durante a semana, Trump disse que sabia ser “o alvo número 1” do Irão. Na sexta-feira voltou a reforçar a ideia de que era um alvo a abater por Teerão, dando conta de que tinha dado instruções ao Pentágono para lançar ataques contra o Irão “a níveis nunca antes vistos” caso seja assassinado num alegado plano iraniano, que foi denunciado por Israel.
Já nas redes sociais, detalhou o ‘plano’: “Existem 1.000 mísseis armados, preparados e apontados para a República Islâmica do Irão, seguidos imediatamente por milhares mais, caso o governo iraniano concretize a sua ameaça”, escreveu Trump na Truth Social.
Já este sábado, o agora líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, afirmou que é necessário levar a cabo uma “vingança” pelo assassinato do seu pai, o ayatola Ali Khamenei.
“A vingança é uma exigência da nossa nação e deve, sem dúvida, ser levada a cabo”, lia-se numa declaração divulgada pela agência noticiosa Fars.
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