“Finalmente, todos os alunos e professores raptados em Orire, no estado de Oyo, foram resgatados pelos nossos serviços de segurança”, declarou o porta-voz da Presidência nigeriana, Bayo Onanuga, numa publicação na rede social X, indicando que alguns dos sequestradores foram mortos durante a operação de resgate e que outros oito foram detidos.
Onanuga precisou ainda que os “terroristas” exigiram a libertação de um dos membros, atualmente procurado pelas autoridades.
Em 15 de maio, homens armados, que o exército nigeriano acusou de serem extremistas do Boko Haram, raptaram 46 alunos e membros do pessoal de três escolas no estado de Oyo, no sudoeste do país africano.
Frequentes na metade norte do país, os sequestros em escolas são, no entanto, raros no estado de Oyo, um dos mais populosos da Nigéria, cuja capital, Ibadan, é um importante centro educativo do país.
O exército nigeriano, em colaboração com o exército norte-americano, reforçou as operações de combate aos extremistas no norte do país, forçando-os a fugir para o sul.
O sudoeste da Nigéria tem sido, desde há muito, considerado uma das regiões mais seguras de um país assolado por múltiplas crises de segurança.
Os sequestros para obtenção de resgate constituem um desafio permanente para as autoridades nas regiões instáveis do norte da Nigéria.
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