O plano da instituição era revisto todos os cinco anos e visava objetivos específicos, como consagrar 35% dos seus financiamentos a programas com um “impacto positivo o clima”, segundo o seu sítio na internet.
Agora, o novo plano deixa de ter o objetivo de financiamento, considerando que a dimensão climática deve ser integrada no conjunto dos seus projetos.
“Continuaremos a seguir e publicar os nossos indicadores de emissões líquidas de gases com efeito de estufa e as melhorias em termos de resistências aos riscos climáticos para os beneficiários” dos financiamentos, avançou o Banco, em comunicado.
Em vez de se concentrar sobre os financiamentos, o Banco tenciona agora medir a eficácia dos seus programas baseado nos resultados obtidos.
No seu ano orçamental, que decorre de 01 de julho a 30 de junho, relativo a 2025, o Banco Mundial financiou em 50,8 mil milhões de dólares programas de desenvolvimento económico com uma dimensão climática, o que representou mais de 50% dos financiamentos concedidos no período.
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