O número de mortos após os sismos de 7,2 e 7,5 que assolaram a Venezuela continua a aumentar, com o último balanço, dado na noite de quinta-feira, a dar conta de que havia pelo menos 235 vítimas mortais. Quanto aos feridos, os últimos dados indicam que há mais de 4.300, numa altura em que as operações de busca ainda decorrem.
Em relação a Portugal, já está confirmado que seis membros da comunidade portuguesa morreram – dois portugueses e quatro lusodescendentes. Há também pelo menos 56 pessoas incontactáveis.
Portugal já colocou à disposição da Venezuela, que aceitou, uma equipa de proteção civil de emergência de 50 elementos para ajudar nas operações no país.
Destaques
- Novo balanço sobe para 235 mortos e 4.300 feridos após sismo na Venezuela há 16 minutos
- Luso-venezuelanos de La Guaira conseguiram falar com familiares há 18 minutos
Em direto
Novo balanço sobe para 235 mortos e 4.300 feridos após sismo na Venezuela
Lusa há 16 minutos
O Governo da Venezuela elevou o número de mortos para 235 e o de feridos para 4.300, após os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram o país na quarta-feira.
O novo balanço foi divulgado na noite de quinta-feira, na emissora estatal Venezolana de Televisión, pelo ministro da Saúde, Carlos Alvarado, que indicou que o “maior número de feridos e mortos está no estado de La Guaira”.
O anterior balanço, divulgado durante a tarde, apontava para 188 mortos, 1.500 feridos e 147 desaparecidos, sobretudo em La Guaira, no norte do país.
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Luso-venezuelanos de La Guaira conseguiram falar com familiares
Lusa há 18 minutos
Vários portugueses e luso-venezuelanos que se encontram no estado de La Guaira, a região mais afetada pelos dois sismos que quarta-feira abalaram a Venezuela, conseguiram dizer por telefone à família que estão bem.
“Não havia eletricidade, nem sinal no telemóvel, estávamos praticamente isolados e por isso não foi possível dizer aos nossos familiares que estávamos bem, o que já fizemos há pouco”, explicou um luso-venezuelano à Lusa.
Pedro Abelardo Ferreira, 30 anos, explicou ainda que vive em Maiquetía, onde há “uma rua que ficou irreconhecível” devido ao derrube de vários prédios.
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Início de acompanhamento
Notícias ao Minuto há 19 minutos
Bom dia! Iniciamos aqui o acompanhamento AO MINUTO sobre os últimos desenvolvimentos após os sismos na Venezuela.
Recorde aqui o acompanhamento de ontem.



