Com este regulamento, o executivo comunitário espera que estas medidas poupem às empresas e às autoridades de fiscalização do mercado até 125 milhões de euros anualmente ao longo dos próximos dez anos.
A simplificação das etiquetas deverá ainda contribuir para uma poupança de 18,4 mil milhões de euros em custos administrativos.
No que respeita aos consumidores, Bruxelas quer garantir que mais consumidores tenham a informação necessária quando decidem sobre uma compra.
Algumas etiquetas, incluindo as dos ‘smartphones’, também fornecerão informações sobre durabilidade e reparabilidade.
Esta iniciativa de simplificação dos produtos energéticos é a 12.ª de uma série para reduzir a burocracia e reforçar a competitividade, com o objetivo de concretizar um esforço de simplificação sem precedentes, alcançando uma redução de, pelo menos, 25% nos encargos administrativos — e de, pelo menos, 35% para as pequenas e médias empresas — até 2030.
No caso específico da rotulagem energética e de pneus, as autoridades de fiscalização do mercado beneficiarão de poupanças de custos.
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