“Juntos, representaremos a Europa Central”, declarou em conferência de imprensa ao lado dos homólogos polaco, Donald Tusk, checo, Andrej Babis, e eslovaco, Robert Fico, no Palácio Grassalkovich, perto de Budapeste.
Após o declínio da influência deste grupo, também conhecido por V4, devido às tensões entre a Hungria, nos anos sob a liderança do ex-primeiro-ministro nacionalista Viktor Orbán, e a Polónia, Magyar, eleito em abril passado, anunciou que foi acordada a retoma de consultas regulares antes das cimeiras da União Europeia (UE).
O primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, cujo país assumirá a presidência do grupo no dia 01 de julho, realçou que não pretende ser apenas “objeto de decisões tomadas por outros”, particularmente pelo Conselho Europeu e outras instituições do bloco dos 27.
“Queremos ser cocriadores destas decisões; queremos ser muito ativos”, afirmou.
O chefe do Governo polaco comentou pelo seu lado que o Grupo de Visegrado pode tornar-se numa “grande potência”, desde que os seus membros redescubram um espírito de lealdade mútua.
Ao mesmo tempo, defendeu que o V4 poderá inspirar “um raio de esperança” aos países que procuram a adesão à UE.
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