“O prazo de 31 de agosto é um prazo inultrapassável, é inelutável. Em Portugal ou em qualquer país europeu, o prazo de 31 de agosto não é suscetível de prorrogação”, reiterou o ministro, quando questionado sobre eventuais atrasos pelo deputado socialista Rui Santos, durante uma audição no parlamento.
Castro Almeida destacou que este “é um bom conselho, um conselho amigo” que dá às “autarquias, a IPSS [Instituições Particulares de Solidariedade Social], a Misericórdias, aos organismos do Estado, ao IHRU [Instituto da Habitação e da Reabilitação urbana], às instituições da área da saúde, à ACSS [Administração Central do Sistema de Saúde], todos os departamentos do Estado, todos os beneficiários de apoios do PRR”.
“Os [contratos no âmbito do PRR] que não estiverem cumpridos, sr. deputado, eu proponho vir aqui à Comissão no dia que nós aprazarmos para falar sobre esse assunto, porque aí temos um problema e temos de resolver [esse] problema quando ele surgir”, acrescentou.
Quando, em 18 de maio deste ano, o ministro da Economia anunciou a aprovação, por Bruxelas, da última revisão submetida ao PRR e a apresentação à Comissão Europeia do nono pedido de pagamento, Castro Almeida considerou que o plano “vai acabar bem e está a correr bem”.
“Tudo leva a crer que PRR vai ser executado na integra não vamos perder nenhum euro de fundos europeus”, insistiu.
O PRR pretende implementar um conjunto de reformas e investimentos tendo em vista a recuperação do crescimento económico e tem 31 de agosto como data limite final para execução.
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