“O senador Lindsey Graham, uma das pessoas e um dos senadores mais extraordinários que já conheci, faleceu. Estava sempre a trabalhar e era um verdadeiro patriota americano”, escreveu Trump na sua rede social.
“Vamos sentir muito a sua falta”, acrescentou o chefe de Estado dos EUA, que tinha em Graham um dos seus principais aliados na política externa.
Graham era presidente da Comissão de Orçamento do Senado e concorria, em novembro, a um quinto mandato de seis anos.
Era um dos membros mais conhecidos da câmara e uma voz fundamental no seio do partido em matéria de defesa e assuntos internacionais, também conhecido pelo seu apoio a Israel e à manutenção da projeção militar dos Estados Unidos no mundo.
Também o Presidente israelita, Isaac Herzog, lamentou hoje a morte de Lindsey Graham, que descreveu como um “grande amigo de Israel”, um exemplo de “clareza moral” e um “verdadeiro líder” da aliança bilateral com os Estados Unidos.
“Sinto-me profundamente consternado e entristecido ao tomar conhecimento do falecimento repentino deste grande patriota norte-americano”, afirmou, em comunicado publicado no X.
Graham, aliado próximo do presidente norte-americano Donald Trump, faleceu no sábado, aos 71 anos, após sofrer uma “doença rápida e repentina”, confirmou este domingo o seu gabinete.
Segundo Herzog, os israelitas nunca esquecerão o apoio do senador ao povo de Israel nos seus momentos mais difíceis: “Ficaremos eternamente gratos pelo seu sentido de justiça, verdade e lealdade”
O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, também reagiu à morte de Graham, considerando-o “um verdadeiro amigo do Estado de Israel e um dos seus mais firmes e constantes defensores”.
Em comunicado, Katz refere que Graham apoiou Israel “nos seus momentos mais difíceis” e trabalhou “incansavelmente” para fortalecer a aliança com os Estados Unidos.
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