Segundo a Comissão Eleitoral Central (CEC), que apurou 13,88% dos votos, o Partido Comunista da Rússia é o segundo mais votado, com 13,67% dos votos.
Seguem-se os ultranacionalistas do Partido Liberal Democrático da Rússia, com 9,27%, e os liberais do “Povo Novo2”, com 7,96%. Por fim, o “Rússia Justa” entrou no parlamento como quinta formação, com 5,16%.
Assim que os primeiros resultados foram conhecidos, o líder do “Rússia Justa”, Dmitri Medvedev, afirmou que “os cidadãos do país mantêm a confiança na principal força política”.
Entretanto, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Serguei Lavrov, mostrou-se convencido de que o rumo diplomático do país não mudará após as primeiras eleições legislativas desde o início da guerra.
O único partido pacifista da Rússia, o Yabloko, excluído das listas partidárias, denunciou inúmeras irregularidades, em particular relacionadas com a impossibilidade de muitos russos votarem com boletins de voto e a obrigação de o fazerem por via eletrónica, um instrumento de fraude, segundo a oposição.
A oposição no exílio tinha apelado aos russos contrários à guerra para que apoiassem o Yabloko nos círculos eleitorais e qualquer partido que retirasse assentos ao “Rússia Unida” nas listas.
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