As receitas cresceram 11%, para 61.830 milhões de dólares (54.208 milhões de euros), muito pelo aumento das receitas não relacionadas com a margem financeira (+13,2%, para 30.088 milhões de dólares).
A margem financeira, que diz respeito às receitas com juros cobrados nos empréstimos sem a remuneração dos depósitos, subiu 9%, para 31.742 milhões de dólares.
Os resultados apenas no segundo trimestre, hoje divulgados, indicam melhorias tanto em cadeia, como em termos homólogos.
Apenas entre abril e junho, o banco sediado em Charlotte, no estado do Carolina do Norte, lucrou 9.074 milhões de dólares (7.955 milhões de euros), mais 5,7% que no primeiro trimestre deste ano e mais 26,6% em termos homólogos.
Já as despesas no primeiro semestre atingiram os 37.158 milhões de dólares (32.580 milhões de euros), numa subida de 6,3% em termos homólogos.
Citado no comunicado, o presidente executivo, Brian Moynihan, considerou que o trimestre em análise foi “um dos mais fortes até à data” e destacou que “todos os segmentos de negócio cresceram a dois dígitos”.
Leia Também: Lucro do JP Morgan sobem 27% no primeiro semestre para 33.000 ME



