Segundo a agência noticiosa libanesa NNA, os ataques foram registados na província de Nabatiyeh, alvo de um bombardeamento com fogo de artilharia.
Os disparos tiveram origem em posições militares israelitas na zona de Tel al-Nahas, uma área militarizada situada nos arredores da cidade fronteiriça de Kfar Kila, que se encontra parcialmente sob controlo das forças israelitas.
De acordo com a NNA, as forças israelitas retiraram-se posteriormente para Haddatha, na região de Bint Jbeil. Além disso, militares israelitas demoliram várias habitações em Tiro, também no sul do país.
O chefe de Estado libanês, Joseph Aoun, reuniu-se hoje com o presidente do Parlamento, Nabih Berri, numa altura considerada de importância crucial para o Líbano.
“Ambos analisaram a situação geral a nível interno e regional, bem como a situação no sul, à luz das agressões israelitas contra localidades libanesas e, em particular, da demolição de habitações, além da necessidade de pôr termo a estas práticas hostis”, indicou a Presidência libanesa numa mensagem divulgada nas redes sociais.
Aoun informou Berri “dos resultados da visita aos Estados Unidos e das conversações que manteve com responsáveis norte-americanos, liderados pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pelo secretário de Estado, Marco Rubio”, sem avançar pormenores.
O Governo libanês indicou que o número de vítimas dos ataques levados a cabo pelo Exército israelita contra o seu território desde 02 de março, data em que Israel retomou os combates contra o movimento xiita pró-iraniano Hezbollah, apesar do cessar-fogo em vigor desde meados de abril, ultrapassou os 4.330 mortos e os 12.200 feridos.
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