“Já em 2025 recrutámos cerca de 25.000 novos militares, um número sem precedentes desde a suspensão do serviço militar obrigatório”, frisou Boris Pistorius, sublinhando que as incorporações nas Forças Armadas alemãs apresentam uma tendência ascendente.
Entre janeiro e o final de agosto de 2026, as novas incorporações já totalizam 17.000, noticiou a agência Efe.
Este dado de agosto representa um aumento de 13% face ao mesmo mês do ano anterior, segundo Pistorius.
“O nosso trabalho está a dar frutos e é valorizado pelos nossos parceiros na Europa e do outro lado do Atlântico. Isso foi-me reafirmado várias vezes na semana passada, durante a minha visita aos Estados Unidos”, assinalou Pistorius.
O ministro da Defesa alemão esteve nos Estados Unidos na semana passada, onde, entre outras atividades, visitou o Pentágono para se reunir com o seu homólogo norte-americano, Pete Hegseth.
Ambos assinaram uma declaração de intenções expressando o desejo dos seus países de aprofundar a cooperação na indústria militar, ponto central do documento acordado por ambos.
O governo liderado pelo chanceler alemão Friedrich Merz tem como objetivo transformar o exército da Alemanha nas Forças Armadas convencionais mais fortes da Europa, compostas por 460 mil militares, até meados da próxima década.
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