De acordo com uma nota colocada na rede social X, difundida pela TRT e citada pela agência francesa de notícias, a France-Presse (AFP), 161 pessoas “foram transportadas para o hospital e 76 reuniram-se com as suas famílias”.
As declarações do governante surgem horas depois de os meios de comunicação social da Turquia terem anunciado que pelo menos sete pessoas morreram após o ‘ferry’, que transportava cerca de 270 passageiros e tripulantes, se ter virado.
O chefe do executivo da República do Norte de Chipre, apenas reconhecida pela Turquia, Unal Ustel, afirmou ao TRT, citado pela agência norte-americana de notícias AP, que o ‘ferry’ deveria fazer a travessia no sábado, mas adiou para hoje a viagem, enfrentou condições meteorológicas adversas e começou a encher-se de água apenas 15 minutos após a partida.
O ‘ferry’, do tipo catamarã, fazia a travessia do porto de Kyrenia, também conhecido como Girne, na região separatista do norte de Chipre — país dividido etnicamente —, com destino ao porto turco de Tasucu, na província de Mersin.
O presidente da Câmara de Kyrenia, Murat Senkul, afirmou que o navio pertencia à companhia de ‘ferries’ Filo Denizcilik e que se afundou ao largo da praia de Diana, na costa norte de Chipre.
Várias companhias operam ligações de ‘ferry’ na movimentada rota entre Kyrenia e Tasucu.
Imagens de vídeo gravadas no local mostram pessoas com coletes salva-vidas a flutuar nas águas ao redor da embarcação virada.
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